Marketplaces o que sao e como vender

Marketplaces: O que são e como vender

Se você quer saber o que são marketplaces e como vender seus produtos neles, está no lugar certo.

Marketplaces são plataformas colaborativas online que permitem a terceiros autorizados ofertar produtos e serviços à sua base de clientes, constituída por um público que gera tráfego qualificado para os sellers, vendedores que fazem uso da infraestrutura digital disponibilizada pela plataforma, com o objetivo de viabilizar operações de compra e venda naquele ambiente virtual, das quais retém um percentual do valor à título de comissão – de acordo com a definição de Paulo Guará, profissional de marketing e CEO da ConAction.

Também conhecidos como shoppings virtuais, a exemplo do que ocorre no mundo físico, os marketplaces recebem um grande fluxo de consumidores interessados em pesquisar melhores preços, ver ofertas de produtos e promoções além, é claro, de comprar com segurança, tornando-os uma excelente oportunidade para quem deseja atingir um faturamento alto, independente do porte do seu negócio.

Ou seja, é um espaço democrático que incentiva a concorrência e seus benefícios.

Ao final deste artigo você entenderá o que são marketplaces e como começar a vender neles. Além disso, conhecerá suas vantagens.

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O surgimento do conceito

Para uma melhor compreensão do que são os marketplaces, voltamos ao início dos anos 2000, quando a gigante AMAZON implementou este modelo de negócio que, mais adiante, revolucionaria o jeito de se comprar e vender pela internet e se tornaria o combustível para que a companhia atingisse a marca de US$ 1 trilhão de valor de mercado em 2018 e, no ano seguinte, fosse considerada a empresa mais valiosa do planeta, ultrapassando a Microsoft.

Jeff Bezos, fundador, presidente e CEO da AMAZON, empresa que começou seu negócio pela internet em 1994 vendendo livros, não foi o pai do marketplace, contudo, adotou a ideia concebida em 1995 por Pierre Omidyar batizada inicialmente como AuctionWeb, um site de leilões online que evoluiu para uma plataforma que permitia aos seus usuários a aquisição de mercadorias diretamente dos fornecedores cadastrados que publicavam anúncios de seus produtos.

O nome do site mudou para eBay e o seu formato de terceirização de vendas deu certo, tanto que hoje o eBay é um dos maiores sites de compra e venda de bens da internet.

Já a AMAZON, que atualmente se autodenomina criadora do conceito de marketplace, utilizou-se da mesma estratégia para atingir seus ambiciosos objetivos de crescimento.

Consolidação

Discussões à parte sobre quem é o pai, a grande diferença entre Pierre (eBay) e Jeff (AMAZON) quando o assunto é marketplace consiste na finalidade de implementação da estrategia e risco envolvido. O primeiro não tinha nada a perder com o modelo de negócio.

A AMAZON, entretanto, numa análise superficial e conservadora, foi criada para vender e tinha como maior patrimônio sua base de clientes, no entanto, foi terceirizando vendas e disponibilizando sua base de clientes para a concorrência que tornou-se a gigante online onde ocorre metade das compras de bens de consumo nos EUA.

O case de sucesso da Amazon inspirou grandes marcas varejistas on-line em todo o mundo e teve papel crucial para a atual consolidação dos marketplaces.

Afinal, que empresa deixaria de seguir os passos da companhia mais valiosa do planeta?

A estratégia

Atualmente, criar uma loja virtual não é um desafio tão grande, mesmo para desenvolvedores pouco experientes ou sem conhecimento técnico de programação. Isto graças às plataformas de comércio eletrônico e a infinidade de soluções e ferramentas disponibilizadas para quem pretende ingressar no mercado bilionário do e-commerce.

Diante dessas facilidades e de olho nos magníficos resultados das vendas online amplamente divulgados nos meios de comunicação, muitos empresários caem num erro muito comum: Criam uma loja virtual e, após algumas semanas, meses ou até anos, chegam a conclusão de que foram enganados e que esse negócio de vendas pela internet é “furada”.

Na verdade, o que muita gente não sabe é que ter uma loja virtual não significa nada. Isto, por si só, não garante que seus produtos serão vistos por clientes em potencial e, portanto, as vendas não irão acontecer como o planejado.

Isto lhe surpreendeu? Então continue lendo.

Se criar uma loja virtual não é tão desafiante como se acredita, fazer com que ela venda requer um amplo conhecimento e esforço de marketing para, entre outros objetivos, gerar tráfego qualificado, ou seja, visitantes realmente interessados nos produtos que você vende.

É aí que entram os marketplaces.

Para o proprietário de uma loja virtual, ingressar na plataforma se compara a migrar uma revenda física localizada em um lugar remoto, de difícil acesso aos seus clientes, para um shopping center movimentado, repleto de clientes pesquisando ofertas e promoções.

Quer ver o exemplo de uma loja no marketplace da Americanas.com? CLIQUE AQUI.

Quanto custa vender nos marketplaces?

No varejo físico, abrir uma loja num shopping center costuma custar caro, entretanto, quando falamos dos shoppings online, os marketplaces, não existe “aluguel” mensal ou investimento inicial.

As plataformas são remuneradas através de um percentual sobre os valores vendidos pelos lojistas através de suas vitrines virtuais.

Marketplaces: Como começar a vender?

Embora não seja necessário ter uma loja virtual para começar a vender nos marketplaces, nós, da ConAction, acreditamos ser fundamental para o sucesso de sua operação online quando analisamos a estratégia de marketing num todo.

Não tem uma loja virtual? Podemos desenvolver uma para sua empresa. Entre em contato!

Agora, aqui vai uma dica de ouro se quiser ter sucesso no seu empreendimento: Não faça nada sem antes criar um belo planejamento estratégico para vender nos marketplaces.

Porém, se não tiver certeza de como fazer este planejamento, podemos lhe ajudar. Clique aqui e entre em contato com a ConAction.

De uma forma geral, entrar num marketplace não requer grandes malabarismos ou que sua empresa tenha determinado porte. Ao contrário, a maioria dos sellers são pequenas empresas, inclusive MEI (microempreendedor individual).

Pré-requisitos para cadastro nos Marketplaces

Na maioria dos marketplaces é obrigatório que o vendedor seja uma pessoa jurídica com CNPJ.

Ademais, a empresa precisará fornecer uma série de documentos após preencher a ficha de candidatura para se tornar um seller.

Mas, para receber a respectiva confirmação de que sua empresa foi aceita diante da análise, precisa atender alguns critérios básicos.

Ainda que cada marketplace tenha suas particularidades, conheça alguns pré-requisitos.

Em primeiro lugar, será necessário:

. Possuir um cartão do CNPJ próprio;
. Ter um contrato social;
. Requerimento de empresário ou certificado ME;
. Possuir número do SINTEGRA;
. Documento de identificação do responsável legal da empresa;
. Comprovante bancário contendo CNPJ, Razão Social, número da agência bancária e da conta;
. Emissão de nota fiscal eletrônica ou avulsa para todas as mercadoria vendidas.

Na ficha de pré-cadastro, será solicitado o preenchimento das informações sobre a empresa, categoria dos produtos que se pretender vender pela plataforma, quantidade de SKUs, qual a forma de integração que será utilizada, nome do ERP, integradora e plataforma de e-commerce, além da aceitação do Termo das Condições Gerais para Cadastro e outras informações que serão solicitadas.

Enfim, esta é a parte burocrática. além do contrato que deverá ser assinado.

Ainda tem dúvidas sobre este processo? Então Fale com a ConAction.

Pré-requisitos para se vender em marketplaces

Proporcionar uma fantástica experiência de compra ao consumidor deve ser, acima de tudo, o objetivo perseguido por qualquer empresário que pretenda se tornar um seller bem-sucedido em um marketplace.

Então, sua loja precisa ter um estoque consistente para pronta entrega e que não deixe furos com a logística, entregando seus pedidos dentro do prazo previsto ou, de preferência, que consiga antecipá-los.

Antes, porém, deve-se observar os critérios que cada marketplace define quanto a realização dos anúncios dos produtos, como tamanho padrão das imagens, regras para criação de títulos e descrições das mercadorias, por exemplo.

O SAC precisa estar preparado para atender as demandas online, sendo rápido, eficiente e eficaz na solução de problemas, esclarecimento de dúvidas e no pós-venda.

A logística reversa e questões de devoluções precisam ser tratadas como prioridades.

Afinal, o artigo 49 do CDC garante o direito de arrependimento em até 7 dias no caso de compras feitas pela internet.

Assim, as chances dos seus clientes avaliarem positivamente sua loja e a recomendarem são bem maiores.

Marketplaces no Brasil

Aqui no Brasil, a “nova” forma de comprar e vender pela internet começou a se popularizar à partir do ano de 2013 com a entrada da B2W (detentora das marcas Americanas.com, Shoptime e Submarino) que inaugurou seu marketplace em Outubro daquele ano, o mesmo em que a CNova, atual Via Varejo (CasasBahia, Extra.com.br e Pontofrio.com) adotou este modelo de negócios. Hoje, 95% dos brasileiros que compram online usam os marketplaces.

E então? Quer iniciar hoje mesmo o processo para começar a vender nos marketplaces?

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